Com 23.270 novos CNPJs, Goiás bate recorde em abertura de empresas de janeiro a agosto de 2021, melhor resultado dos últimos cinco anos

Levantamento da Juceg aponta que são 6.721 empresas a mais na comparação com mesmo período de 2020, e 38,51% têm mulheres em seus quadros societários, o que equivale a 9.008 unidades com chefia feminina. Somente em agosto foram constituídos 2.984 CNPJs, segundo melhor resultado do ano. Estado segue no topo do ranking quando se avalia o tempo para abertura de novos negócios, com apenas um dia e uma hora para análise de processos. “Vamos entregar Goiás entre os melhores do País do ponto de vista social, de geração de emprego e de renda”, diz governador Ronaldo Caiado


O número de empresas abertas entre janeiro e agosto de 2021 foi o maior desde 2017, segundo levantamento da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg). Nos oito primeiros meses deste ano, foram registradas 23.270 novas empresas no Estado, o que corresponde a 6.721 CNPJs a mais na comparação ao mesmo período de 2020, que somou, de janeiro a agosto, 16.549 novas empresas. “Vamos entregar Goiás entre os melhores estados do País do ponto de vista social, de geração de emprego e de renda”, destaca o governador Ronaldo Caiado.

Dos novos CNPJs consolidados no Estado de janeiro a agosto, 766 têm capital social – ou seja, o valor investido por cada sócio – que supera a marca de R$ 500 mil. Outro dado referente às empresas consolidadas nos oito meses é que 38,51% têm mulheres em seus quadros societários, o que equivale a 9.008 empresas com chefia feminina.

A análise por setor mostra que os serviços de escritório e de apoio administrativo registraram abertura de 288 empresas. Na sequência, estão os segmentos construção de edifícios (199), comércio varejista de roupas e acessórios (193) e de bebidas (182). Os dados não incluem os microempreendedores individuais (MEIs), que são constituídos de forma virtual por meio do portal do Microempreendedor Individual.

Os dados também revelam que os municípios que mais atraíram empreendimentos foram Goiânia, com 281 mil empresas ativas no momento, Aparecida de Goiânia (63 mil), Anápolis (52 mil), Rio Verde (27 mil) e Valparaíso de Goiás (20 mil).

Menos burocracia

Para o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, o crescimento do número de novas empresas abertas nesse período confirma que o empreendedorismo tem sido visto como alternativa em meio à pandemia, além de ser reflexo dos incentivos oferecidos pelo Governo de Goiás para abrir e manter novos negócios.
“Estamos colhendo os frutos do investimento feito pelo Governo do Estado na modernização e desburocratização do processo de abertura de empresas. O cidadão tem tirado proveito disso e percebe as vantagens de trabalhar com o seu próprio negócio”, comenta.
Goiás lidera, pela segunda vez consecutiva, o ranking de agilidade na abertura de empresas do País. Segundo a Redesim (Rede Nacional de Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios), o mapeamento dinâmico realizado pela Receita Federal comprova que o mês de agosto fechou a média de um dia e uma hora de análise de processos, somando 2.724 solicitações, à frente de Espírito Santo (1 dia e 5 horas), Sergipe (1 dia e 7 horas) e Paraná (1 dia e 14 horas). A média nacional no mês de julho, quando Goiás já ocupava o primeiro lugar no ranking, foi de 2 dias e 20 horas.

Melhor agosto dos últimos cinco anos

Apenas em agosto foram constituídos 2.984 novos CNPJs, um recorde para o mês nos últimos cinco anos. Neste ano de 2021, apenas em março houve uma quantidade maior de empresas abertas: 3.084.

Titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, José Vitti disse que o crescimento exponencial se justifica porque o empreendedor sabe que investir em Goiás é sinônimo de retorno certo para o seu negócio.
“Temos uma logística de transportes fantástica. Estamos localizados no Centro do País. Contamos com uma legislação de incentivos fiscais que garante segurança. E apresentamos um governo que permite ao empreendedor crescer. Então para quem gosta de crescer, gerar empregos e renda, Goiás é o caminho certo”, comemora o secretário.
Por Gessy Chaves
Fonte: JUCEG
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