Governo de Goiás e Ministério da Família lançam programa “Mães Unidas”


Pioneiro no Brasil, projeto ocorrerá em três cidades goianas com foco no bem-estar de grávidas e no desenvolvimento saudável do bebê

Goiás será o primeiro Estado do Brasil a desenvolver o programa nacional “Mães Unidas”, promovido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e do Grupo Técnico Social de Goiás, a primeira-dama Gracinha Caiado, e a diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado, estiveram com a ministra Damares Alves na última quinta-feira, 12, em Brasília, para a assinatura do acordo de cooperação. 

O projeto, que será implantado de forma pioneira em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, tem como objetivo promover a saúde e o bem-estar relacional de mães e filhos durante a gestação e os dois primeiros anos de vida da criança. Além disso, irá instruir e oferecer a essas mulheres acesso a serviços jurídicos, de saúde e de assistência social.

“Agradeço a primeira-dama [Gracinha Caiado] e o Governo de Goiás por terem aceitado o desafio de executar o projeto-piloto. O Estado tem sido parceiro do Governo Federal em tantas ações e, hoje, damos mais um passo para proteger a família brasileira. Nosso objetivo é reforçar a grande rede de proteção de nossas mulheres e crianças”, ressaltou Damares Alves.

O “Mães Unidas” funcionará a partir da capacitação de mães voluntárias, que irão dar apoio e acompanhamento a mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade. Em Goiás, a OVG será parceira no processo de seleção e capacitação das voluntárias.

“Nós sabemos que quando uma mãe orienta outra, a relação é muito mais eficaz e produtiva. Percebemos isso no nosso ‘Meninas de Luz’. A maternidade nos dá um lugar de fala, uma conexão muito forte, muito maior que a de um agente terceiro, por exemplo”, defende a diretora-geral da OVG.


Durante a solenidade, realizada no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, representantes das três cidades que receberão o programa assinaram o acordo de cooperação: a secretária de Políticas para Mulheres, Ana Carolina Almeida, de Goiânia; o vice-prefeito de Anápolis e secretário de Governo e Recursos Humanos, Márcio Cândido; e a secretária executiva da Mulher de Aparecida de Goiânia, Eudenir de Souza.

“Não existe prioridade mais urgente do que cuidarmos das nossas crianças. E a coisa mais importante na vida de uma criança é a família. Acredito que oferecer auxílio e orientação para mães em situação de vulnerabilidade é criar uma porta para que famílias inteiras tenham a oportunidade de um futuro melhor. O governo, seja federal, estadual ou municipal, deve sempre ter os olhos voltados para os mais carentes, os mais vulneráveis, para os que mais precisam”, disse Gracinha Caiado durante o evento.

Para a primeira-dama, que é presidente do Grupo Técnico Social de Goiás, o “Mães Unidas” nasce em consonância com a nova identidade da OVG, que busca fomentar e ampliar a rede de solidariedade no Estado.

“Incentivar o trabalho voluntário é isso. Tenha certeza, ministra Damares, de que o projeto está em boas mãos. O povo goiano é solidário e generoso, e as mulheres de Goiás são guerreiras e nunca negam ajuda a quem mais precisa. Fazer trabalho voluntário é doar talento, é doar tempo, é doar amor... E isso nós, mulheres, mães, sabemos fazer como ninguém”, arrematou.

O Programa
A primeira turma do “Mães Unidas” terá início em abril e serão disponibilizadas 13 vagas para mães voluntárias da OVG. Cada voluntária acompanha até quatro mulheres que estejam na primeira gestação, dando toda a orientação sobre os direitos, benefícios e serviços.

As voluntárias serão como tutoras para essas gestantes, que também vão receber uma caixa doada pela Unimed semelhante a um berço, com o objetivo de evitar morte súbita e esmagamento dos bebês. Elas serão acompanhadas até que suas crianças completem 2 anos.

Os cursos do projeto piloto serão ministrados pelo Instituto Federal de Goiás (IFG) com aulas presenciais e a distância. O conteúdo básico contempla a preparação para o voluntariado, formação e fortalecimento de vínculos familiares, noções de direitos humanos, cidadania e de saúde e bem-estar materno e do bebê, além de assistência jurídica e social.

Após a formação, a voluntária estará apta a oferecer informações básicas sobre direitos, serviços públicos disponíveis e apoio relacional no sentido do acolhimento.

Por Gessy Chaves
Jornalista MT/GO 3243
Secretaria de Comunicação - Governo de Goiás
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