Burocracias travam acesso de pequenos empresários e informais a benefícios divulgados pelo Governo Caiado


Com grande parte do comércio fechado, a falta de recursos promove desespero entre trabalhadores formais e informais, bem como em empresários de todos os portes.

Uma solução para obtenção de montantes emergenciais foi apresentada na última segunda-feira (23), quando a Goiás Fomento e Banco do Brasil disponibilizaram R$ 500 milhões em linhas de financiamento para empresas de pequeno e médio porte, assim como para microempreendedores individuais (MEI) e microempresas.

Por outro lado, entraves burocráticos, como pedido de ''fiador'' e “nome limpo” dificultam o acesso de quem precisa de acesso ao dinheiro. Grupos de feirantes já reclamaram que as medidas não atendem as necessidades de todos. Dificilmente o MEI e as Micro Empresas conseguirão o recurso devido a dificuldade de um avalista para um empréstimo que por si só já caracteriza uma situação difícil.

O objetivo da linha de crédito é dar suporte financeiro aos negócios neste momento em que o combate à propagação do novo coronavírus obriga a maioria da população a adotar o isolamento social, com reflexos diretos na economia.

Cinco linhas de crédito foram disponibilizadas, mas praticamente são as mesmas que já existiam, só que agora com leves mudanças, Goiás Fomento Turismo Capital de Giro, Microcrédito Produtivo Pessoa Física (PF), CredFomento, FCO Capital de Giro Dissociado. Todas elas contém as mesmas burocracias que sempre houve e no entanto a maioria dos que necessitam realmente do benefício ficarão de fora.
Por Gessy Chaves
Joranlista
Fonte: emaisgoias


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