Rio Bacalhau corta o curso da água, evidencia a seca e a necessidade de novos mananciais



     
        Recentemente em redes sociais pudemos ver o quanto essa época de seca prejudica a região do Vale do Araguaia, e somos solidários a essa triste situação, principamente no que tange ao procurar novas opções de abastecimento da nossa população vilaboense.
       O Rio Bacalhau que corta a Cidade de Goiás, deságua no Rio Bagagem (que também teve suas águas cortadas recentemente), e ambos pertencem a bacia do Rio Vermelho. Em fotos postadas por Patrícia Mousinho mostra o leito totalmente seco e sem o curso da água, vale lembrar que é desse rio que é feita a captação da água para abastecer a cidade.
            Falando exatamente sobre esse fator em comentário feito sobre a foto por Edson Amorim, diz ‘‘não bastassem os fatores climáticos, há a captação feita pela Saneago para abastecer a cidade. Sugiro uma campanha para que seja escolhido um novo manancial, como o Rio Uru’’. Outra opção é o próprio Rio Vermelho, do qual pode se haver a captação antes mesmo dele entrar no perímetro urbano.
         Por sua vez a autora da foto Patrícia Mousinho, disse que ‘‘de fato, são muitos os fatores. Temos que impedir a destruição da bacia do Bacalhau (com seus múltiplos usos, entre eles destacaria também o lazer), mas temos igualmente que nos preocupar com novos mananciais. No início do ano passei umas semanas no Rio de Janeiro dando aulas para a turma de Comunicação Ambiental da PUC-Rio, e dialogamos bastante sobre a questão do abastecimento (já era destaque a situação crítica de São Paulo). Na ocasião, mostrei a eles o Atlas Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA), que revela que a Cidade de Goiás PRECISA URGENTE DE NOVO MANANCIAL (dados de 2010). Há quatro anos já se afirmava que era necessário buscar outro manancial, o Uru foi apontado como alternativa e, inclusive, é possível encontrar um croqui do novo sistema proposto. Ou seja, não é por falta de informação’’.
      Verdadeiramente a preocupação com o assunto requer maiores interesses por parte das autoridades legais e responsáveis, e que não podemos descartar possibilidades de racionamento de água nos próximos anos caso isso prossiga no mesmo patamar.

Por Hygor Antônio
Fonte: Facebook

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