Conflitos Sociais, Literatura e a História dos Bestializados - Crônicas de 2014

Conflitos Sociais, Literatura
e a História dos Bestializados


Crônicas de 2014
Por Dhiogo José Caetano

O início, a luz se renova.
 Lá se foram anos inteiros.
Lá vem o sol do novo!
Promovemos a fraternização universal.
Levemos uma mensagem edificadora.
O natal passou agora é hora da mudança.
Vamos dar as mãos, em uma só voz, cantemos aquela música de purificação.
Envolvendo-nos pela paz.
Façamos deste início a glória da arte.
Acreditar em um mundo melhor é o lema do momento.
É dia do nosso planeta...
Salve Tiradentes!
Viva ao nosso Índio!
No centro um santo, uma figura divina...
Não se respeita Corpus Christi...
O que será deste mundo?
Estamos próximos do fim ou do recomeço?
É chegada a copa do mundo.
Todos agora são brasileiros!
Carregam o símbolo da nacionalidade no peito e gritam Brasil.
Em muitos momentos de revolução, de verdadeiras práticas que exercem a nacionalidade e a cidadania notamos um pequeno grupo que grita pelos seus direitos como cidadãos, mas pelo hexa uma grande maioria grita que o Brasil é campeão.
Olhemos o lado bom da vida.
Precisamos difundir a arte de exercer a nossa cidadania.
A sociedade, o mundo precisa de nós.
O amanhã se confirmará graças as nossas ações.
Em lágrimas o mundo clama por paz.
Uma chama de paz renasce, agora é à hora...
Libertemo-nos!
O mundo precisa de nós e nós precisamos deste vasto mundo.
Façamos do amanhã a esperança de um futuro que não oprime, mas que desbestializa os revolucionários.
Gritemos pela independência, pela paz mundial.
Neste movimento somos todos iguais, portadores de deficiência ou não.
O mundo precisa de nós!
Cuidemos das nossas matas, das nossas árvores, do verde que nos circunda.
Não espere o líquido âmbar escoar-se por completo da grande redoma.
A sua essência nos mantém vivo.
Cultivemos a vida, não deixemos os rumores destruir a esperança que existe dentro de nós.
Estamos atônicos, mas acreditamos na proclamação da vida e do amor.
A nação se interage, num movimentar homogêneo.
A consciência negra se faz branca, pois tudo transforma em prol do bem.
A república Brasil não é mais a mesma.
Em meio à complexidade dos acontecimentos o meu nascimento.
O fim também é um recomeço.
Pensemos que nada acabou tudo se inicia nas manhãs de novembro.
Celebração mundial.
A comunhão se faz presente em todos os lares.
A nação compartilha os bons pensamentos, sentimentos...
Não é só natal, um novo ano se inicia.
A luta continua amanhã o sol nascerá novamente.
Lutemos contra a Aids.
Nas ruas a movimentação.
O “povo” grita em uma só voz.
A corrida pela vida tem que continuar rumo ao infinito.
Os direitos humanos devem vigorar como uma lei universal.
Sejamos humanos com veemência.
A sinceridade, a verdade honra o homem.
Honremos a nossa existência.

Dhiogo José Caetano

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